Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016
Varejo de livros dá sinais (mesmo que tímidos) de recuperação Varejo de livros dá sinais (mesmo que tímidos) de recuperação
Em 2015, em especial entre os meses de maio e junho, as livrarias brasileiras foram invadidas por um fenômeno de vendas: os livros de colorir. É chover no molhado dizer que, em 2016, não apareceu – até agora – nenhum outro livro-prodígio, que fizesse uma mesma carreira de vendas nem de perto parecida com a feita por Floresta encantada e seus parceiros. Assim, nos últimos meses, a evolução do varejo de livros em comparação ao mesmo período do ano passado apresentava sempre números muito menores e distantes dos apurados no ano anterior. “A verdade é que a ascendência dos livros de colorir durante o ano de 2015 estabeleceu um parâmetro tão alto de comparação que agora percebemos o quão essas vendas foram efetivamente incrementais”, aponta Ismael Borges, gestor do Bookscan, ferramenta da que monitora o varejo de livros no Brasil.

A Nielsen realiza, a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), o Painel das Vendas de Livros no Brasil. No sétimo período de 2016, que compreende o intervalo entre 20 de junho a 17 de julho, o Painel apurou um crescimento nominal (sem levar em consideração a inflação que foi de 8,74% de acordo com o IPCA) de 2,78%, saindo de R$ 100,5 milhões, em 2015, para R$ 103,3 milhões, em 2016. Em termos de volume, no entanto, houve uma queda de 2,97 milhões de exemplares vendidos em 2015 versus 2,81 milhões vendidos em 2016, declínio de 5,51%. “O sétimo período começa a experimentar uma base comparativa mais alinhada, e a expectativa para o restante do ano é que as vendas se recuperem”, completa Ismael.

No acumulado do ano, o faturamento totaliza R$ 833,5 milhões, em 2016, versus R$ 885,2 milhões, em 2015, ou queda de 5,83%. No volume, a queda beira os 15%: 23,3 milhões de exemplares vendidos nas 28 primeiras semanas de 2015 versus 19,84 milhões vendidos no mesmo período desse ano.

O preço médio do livro acompanhou a inflação e fechou o sétimo período 8,78% mais alto (R$ 36,77) do que o apurado no mesmo período do ano passado (R$ 33,81).
Fonte: Publishnews
Tags: Varejo, Livros, Recuperação, Livros de colorir, Nielsen
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