Sexta-feira, 22 de Julho de 2016
Proporção de empresários do varejo com excesso de estoques cai pelo 3º mês consecutivo Proporção de empresários do varejo com excesso de estoques cai pelo 3º mês consecutivo
Pelo terceiro mês consecutivo caiu o número de empresários que afirmam estar com estoques acima do adequado. Em julho, a queda foi de 0,8 ponto porcentual (p.p.) passando de 37,5% em junho para 36,8% neste mês. Com isso, o índice que mede a adequação dos estoques do comércio varejista da região metropolitana de São Paulo (RMSP) registrou crescimento de 5,9% no mês. O indicador passou de 93,8 pontos em junho para 99,3 em julho. Porém, na comparação com o mesmo período de 2015, a retração foi de 14,3%, quando o índice registrou 115,9 pontos.

Os dados são do Índice de Estoques (IE) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

Também houve retração de 2 p.p. no número de empresários que afirmaram estar com estoques abaixo do adequado, passando dos 15,6% em junho para 13,6% neste mês. Como consequência, a proporção de empresários com estoques adequados subiu 2,8 p.p. ao passar de 46,9% em junho para 49,7% em julho, porém ainda permanece bem abaixo dos 57,9% registrados em julho de 2015. Já a proporção de empresários com estoques acima do desejado é 8,8 pontos porcentuais superior em relação ao mesmo período do ano passado.

Para a assessoria econômica da FecomercioSP, a terceira queda consecutiva na proporção de empresários com estoques elevados é positiva. Embora ainda seja cedo para afirmar que o cenário definitivamente melhorou, diversos dados sugerem que o pior momento está ficando para trás e não apenas por conta dos resultados de julho, mas também pela conjunção de dados extraídos das diversas pesquisas elaboradas pela FecomercioSP, as quais mostram que a confiança do consumidor e do empresário segue em alta, as perspectivas de investimento e de vendas estão um pouco melhores e a inflação em queda. Tais indicadores sugerem a possibilidade real da retomada da atividade econômica no País após a pior crise da história.

A Entidade reforça que as expectativas para 2016 eram negativas, mas mostraram evolução nos últimos três meses. O cenário tende a melhorar na medida em que as políticas de equilíbrio macroeconômico forem sendo implementadas e, com isso, mais empresários se encorajem a investir no Brasil, gerando emprego, renda e aquecendo a economia e o consumo.
Fonte: Agência IN
Tags: Empresários, Varejo, Excesso de estoques, Comércio
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