Terça-feira, 14 de Junho de 2016
Pesquisa revela perfil dos frequentadores de shoppings no Brasil Pesquisa revela perfil dos frequentadores de shoppings no Brasil
Levantamento bianual da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), em parceria com a empresa de pesquisa Gfk, traz novos dados sobre o perfil do frequentador dos centros de compras no Brasil. Entre os principais destaques, o recente levantamento apontou para uma maior presença de jovens nos empreendimentos, confirmou que a maioria das pessoas prefere ir aos shoppings acompanhada e que os homens têm uma frequência de visita maior do que as mulheres. O estudo, que tem como objetivo traçar uma análise demográfica e conhecer características de hábitos e atitudes de quem visita os shoppings, foi realizado nas cidades de Brasília, Belém, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto e São Paulo.

Segundo a pesquisa, houve um crescimento no número de jovens circulando nos centros de compras. A presença de frequentadores com idade abaixo de 19 anos saltou de 10%, em 2012, para 18%, em 2016. Em sua maioria, esse público vai ao shopping acompanhado (76%) e costuma permanecer mais tempo no local do que visitantes de outras faixas etárias (81 minutos, em média). Os solteiros também estão ainda mais presentes nos malls e já representam 63% dos frequentadores, contra 49% registrado em 2012.

O estudo revelou, também, que o shopping continua sendo opção para famílias, amigos e casais, uma vez que 60% dos visitantes vão aos centros de compras acompanhados. “Tal comportamento está alinhado à tendência dos malls serem vistos, cada vez mais, como espaços de lazer, núcleos de convivência aonde as pessoas vão para passear e se divertir, não só para fazer compras”, explica Adriana Colloca, superintendente da Abrasce.

Assim como apontado na última pesquisa, as mulheres se mantêm maioria, representando 59% dos frequentadores. Elas também passam mais tempo nos centros de compras, em média 80 minutos, contra os 71 minutos registrados pelos homens.

Apesar de consumir menos tempo dentro dos malls, o público masculino tem uma frequência de visita maior: média de oito vezes/mês, contra sete vezes/mês das mulheres. Os visitantes de classe A também apresentam número de visitas e tempo de permanência acima da média, cerca de nove dias/mês e 80 minutos, respectivamente. Em linhas gerais, a pesquisa aponta que mais da metade dos frequentadores (63%) vai ao shopping semanalmente e o tempo de permanência média é de 76 minutos. Mulheres de classe A, com idade entre 16 e 19 anos, são as que passam mais tempo no shopping.

O lazer é um segmento que continua apresentando grande destaque no setor. Prova disso é que o hábito de ir ao cinema vem crescendo ao longo dos anos, com salto de 79%, em 2012, para 88%, em 2016. O percentual de visitantes que tem como principal objetivo a ida ao cinema também quase dobrou em relação a 2012, representando hoje 7% do público, contra 4% em 2012. Esse costume continua muito atrelado à alimentação: o percentual de pessoas que foi ao cinema e também consumiu alimentos no mall apresentou alta de 74%, em 2012, para 86%, em 2016.

O levantamento aponta, também, que a maioria dos frequentadores vai ao shopping com um objetivo em mente. O estudo indicou que 72% das pessoas foram em busca de uma loja específica (sete dos oito estabelecimentos citados eram lojas âncora). Ainda, a maioria dos consumidores (59%) que vai às lojas realiza uma compra.

Segundo 45% dos entrevistados, a principal motivação para a visita continua sendo fazer compras. Na sequência, estão opções como ir a lanchonetes, restaurantes ou cafés (19%), ver vitrines/passear (18%) e utilizar serviços (15%). Entre os serviços mais buscados em shoppings estão os que permitem algum tipo de transação bancária (caixa eletrônico, lotérica, agência bancária).

A pesquisa encomendada pela Abrasce permite constatar, ainda, que os consumidores estão gastando mais. Entre 2012 e 2016, o ticket médio apresentou elevação de 24%, correspondendo hoje a R$ 243,82. “Dados como esse atestam a força dos centros de compras, mesmo em momentos desafiadores. Resilientes, os shoppings são modelos de negócios que se destacam pelo diversificado mix de lojas e oferta variada de serviços, conveniência, lazer e entretenimento”, destaca Adriana.
Fonte: Divulgação
Tags: Abrasce, Centros de compras, Shoppings, Malls, Público
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