Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
Apesar de queda no varejo, e-commerce mostrou crescimento no Dia das Mães Apesar de queda no varejo, e-commerce mostrou crescimento no Dia das Mães
Com o país em recessão econômica, as vendas do comércio varejista para o Dia das Mães registraram seu menor desempenho desde 2003 em todos os setores, segundo dados da Serasa Experian. Os indicadores registraram uma queda de 8,4% no comércio durante a semana que antecede a data, em comparativo à mesma semana do ano anterior.

Apesar das aquisições mais tímidas em lojas físicas, o e-commerce brasileiro registrou um aumento nas transações realizadas na data comemorativa com relação a 2015.

Com um faturamento de R$ 1,62 bilhão entre 23 de abril e 7 de maio, o comércio virtual no Dia das Mães teve um crescimento de 8% comparado às vendas realizadas no ano passado, que arrecadaram R$ 1,51 bilhão no mesmo período.

Segundo o Ibope, o Brasil é o 5º país mais conectado do mundo. Toda essa atividade virtual é refletida nas formas de consumo do brasileiro, que passou a dar preferência à aquisição online em detrimento das compras em lojas físicas.

O crescimento do m-commerce (compras on-line realizadas através de dispositivos móveis) também é um indicativo de como a mobilidade e facilidade das compras on-line estão cada vez mais intrínsecas aos modos de consumir do brasileiro.

Segundo dados coletados pela Coupofy, o crescimento das compras realizadas através de dispositivos móveis será de 42% em 2016. Em 2015, as aquisições virtuais através de aparelhos móveis representaram 10% do total das vendas on-line do ano.

Vantagens do comércio on-line
Essa clara migração do consumidor das compras físicas para os e-commerces se deve às diversas vantagens que as transações virtuais oferecem ao cliente. A maior variedade de produtos e marcas é um dos principais estímulos para as compras on-line, seguido pela possibilidade de comparação de preços mais refinada e a facilidade em navegar e encontrar os produtos.

A sofisticação dos sistemas de entrega de grande parte das lojas virtuais, que agora disponibilizam opções de frete mais rápidos, possibilitou que as compras em e-commerces também sejam realizadas por quem precisa do item com urgência.

Os vouchers e cupons de descontos cumulativos que os negócios virtuais costumam disponibilizar para os clientes são outro atrativo para que o consumidor se sinta inclinado a optar pela compra on-line.

Promoções-relâmpago e sorteios aliados às redes sociais também funcionam como estímulo ao crescimento do comércio virtual, já que mantêm o interesse e a atenção do consumidor sempre voltados para o mundo on-line.

Segmentos líderes em vendas
Segundo dados coletados em 2016 pela agência Conversion, os setores de e-commerce que mais movimentaram a economia são os de viagens (15,03%), eletrodomésticos (14,02%) e informática (11,90%).

A aquisição de itens mais caros pela internet se tornou parte da rotina do consumidor virtual brasileiro, já que na web as possibilidades de comparar preços e conseguir promoções são maiores do que nas compras realizadas em lojas físicas.

Um dos focos de negócio que está conquistando cada vez mais espaço no comércio virtual é o de floriculturas. Em 2010, as vendas on-line do setor representaram 2% do total da receita gerada pelo comércio na internet.

A floricultura online Isabela Flores foi uma das empresas do ramo que comemorou os resultados deste período. Registrando um aumento de 35% nas vendas em relação à semana do dia das mães de 2015, os itens mais vendidos foram as cestas de margaridas e o buquê de flores do campo.

Ao entrar em uma loja virtual como esta, o consumidor tem acesso a uma variedade muito maior de produtos e kits do que teria em uma floricultura tradicional.

A entrega expressa disponibilizada no mesmo dia por diversos e-commerces de flores é vantagem para quem quer presentear alguém que está distante. A possibilidade de escolher os arranjos em detalhes também é outro ponto positivo, confirmando que a personalização dos pedidos online dá resultados.
Fonte: Agência IN
Tags: Varejo, Ecommerce, Dia das mães, Recessão, Crise econômica, Vendas, Comércio, Serasa experian
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