Terça-feira, 08 de Março de 2016
Vendas de livros em janeiro de 2016 cresce 15% em comparação ao mesmo período de 2015 Vendas de livros em janeiro de 2016 cresce 15% em comparação ao mesmo período de 2015
O Sindicato Nacional dos Editores (SNEL) e a Nielsen divulgaram o primeiro Painel das Vendas de Livros de 2016. O documento, que apurou a venda de livros em livrarias e em supermercados no período de 29 de dezembro de 2015 a 25 de janeiro de 2016, mostra que o varejo de livros no Brasil teve crescimento de 14,9% no faturamento frente ao mesmo período do ano anterior. As receitas saltaram de R$ 145.061.024,13, em 2015, para R$ 166.678.347,95, em 2016. É a primeira que o faturamento cresce acima da inflação.

O volume de exemplares vendidos, no entanto, manteve-se praticamente estável, apresentando crescimento de 0,65% e totalizando 3.509.995 exemplares, em 2016, versus 3.487.252, em 2015.

O relatório aponta o aumento do preço médio do livro -- que saltou de R$ 41,60 para R$ 47,49 (variação positiva de 14,16%) -- como uma das causas para o fenômeno. Embora o Painel não mostre (por uma questão de metodologia), Ismael Borges -- gestor do Bookscan, ferramenta da Nielsen que monitora o mercado de livros -- disse ao PublishNews que a participação do livro importado cresceu mais do que qualquer outra categoria de livros. "A alta do dólar e esse fenômeno atípico puxaram o preço médio do livro para cima. Não quer dizer necessariamente que o preço do livro subiu no período", comentou. Outro fator que explica o aumento no faturamento, na opinião de Ismael, é o intervalo mais curto entre carnaval e volta às aulas.

Para Borges é cedo para falar em recuperação do setor. “A conjunção de fatores envolvendo ajuste de preço de títulos e as datas móveis que geram concentração de vendas de didáticos / CTPs trazem um início de ano com números vistosos. É importante aguardar o próximo período de vendas para avaliar se isto é uma tendência ou resultado da antecipação das compras”, comentou.

O relatório aponta que houve crescimento de 11% na participação dos livros Infantis, Juvenis e Educacionais, onde estão classificados os livros didáticos, e de 15,5% nos de não ficção especialista, onde estão cadastrados os livros de CTP. O segmento de não ficção trade, que apresentou crescimentos expressivos em 2015, apresentou queda de 18,36% no período e os de ficção caíram 13,5%.

Levando em consideração o faturamento com “preço cheio”, o relatório projeta crescimento hipotético de 12,43% no faturamento das editoras. Marcos Pereira, presidente do SNEL analisa o número: “o crescimento do faturamento e do preço médio está totalmente ligado às vendas de livros didáticos e técnicos, cuja participação no total cresceu 7 pontos percentuais no primeiro período. Analisando as categorias separadamente, a única que alcança o índice de inflação são os livros educacionais”.
Fonte: Publish News
Tags: Vendas, Livros, Livrarias, Supermercados
São Paulo - A Casas 17/09/2014 - Saiba quem são as 13 redes de moda que mais vendem no Brasil
São Paulo – Nos últi22/07/2014 - 20 franquias que buscam empreendedores no interior de SP
São Paulo - Ter uma 11/05/2015 - 30 opções de franquias para trabalhar de casa
São Paulo – Muitos e04/08/2014 - 20 opções de franquias para abrir em casa
São Paulo - Muitos e06/07/2015 - 20 franquias para quem pode investir até 20 mil reais
Os shoppings da Gran05/12/2014 - SP: Shoppings têm horário especial em dezembro para compras de Natal
Texto da Busca:
Data Inicial:
Data Final:
                   
franquias shoppings preços inadimplência comércio eletrônico varejo comércio supermercados indústria ecommerce e-commerce ipi crédito consumo são paulo veículos economia natal faturamento vendas

Notícias | Artigos | Motivação | Cases | Feiras | Links | Newsletter | Cadastre-se | Calendário do Varejo | Twitter | RSS | Fale Conosco
© 2017 Copyright Varejista.com.br. Todos os direitos reservados. - Site: SGP Infront