Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015
Varejo digital segue em alta no Brasil Varejo digital segue em alta no Brasil
A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo The Boston Consulting Group (BCG), que afirma que metade dos brasileiros faz uso da internet, seja no momento de pesquisar os produtos e valores, ou na própria aquisição dos itens desejados. As informações que mostram a força do varejo digital no País constam no artigo ‘Varejo no Brasil: A influência do digital sobre o consumo’.

O número de usuários da rede chega a 106 milhões de pessoas. No ano passado, as vendas no e-commerce chegaram a R$ 16 bilhões, o equivalente a 4% do total das vendas do varejo nacional (R$ 420 milhões).

Número que tende a crescer, de acordo com o BCG. A internet deve atingir 65% da população brasileira em 2019 e as vendas via smartphone podem chegar a 70% do total de aparelhos adquiridos a partir do ano que vem.

Hoje, também de acordo com a pesquisa, 3/4 da descoberta de produtos é feita online, assim como 2/3 das pesquisas. “A influência do digital varia dependendo do tipo de consumidor, categoria do produto e qualidade da conectividade regional”, disse Silvia Sonneveld, sócia do BCG e autora do artigo.

“A utilização da internet é ainda predominantemente em famílias de alta renda. Mas isso está mudando, e esperamos que as mudanças aconteçam rapidamente nos próximos anos.”

A pesquisa entrevistou cerca de 2,5 mil pessoas e identificou cinco categorias distintas:

Casal Antenado (22%)

– Homens e mulheres, com idade média de 35 anos
– Casados e com filhos
– Classe A e B com renda dupla
– Uso constante do celular, primeiros a experimentar
– Alto uso de internet
– Primeira compra online há cinco anos, frequência alta

Caçadores de pechinchas (23%)

– Adultos maduros, em sua maioria homens (59%), com idade média de 45 anos
– Casados e com filhos
– Classe B, trabalham em tempo integral
– Usa celular com frequência, segunda onda a experimentar
– Uso baixo de internet
– Primeira compra online mais de cinco anos atrás, alta frequência

Nascidos na Internet (24%)

– Adultos, homens e mulheres, com idade média de 27 anos
– Solteiros
– Classe B, trabalham em tempo integral ou dividem com os estudos
– Uso constante do celular, primeiros a experimentar
– Uso alto de internet
– Primeira compra online há mais de cinco anos, mantêm frequência média

Recém-chegados (19%)

– Adultos, maioria mulheres (56%), com idade média de 32 anos
– Casados e com filhos
– Classe C, trabalho em tempo integral
– Uso constante do celular, primeiros a experimentar
– Uso de internet entre alto e moderado
– Primeira compra online há cerca de um ano, frequência baixa

Coadjuvantes (12%)

– Adultos, maioria mulheres (57%), com idade média de 38 anos
– Casados e com filhos
– Classe C, trabalham em tempo integral ou são donas de casa
– Uso baixo de celular
– Uso moderado a baixo de internet
– Frequência baixa nas compras via internet

Na mira do varejo

Os autores do estudo chamam a atenção para os perfis que concentram quase 50 milhões de pessoas, que são os casais e os nascidos na internet. “Acreditamos que com o aumento da renda do brasileiro e a maturidade digital, o crescimento desses dois segmentos deve ser ainda mais significativo”, afirma Rafael Ferreira, um dos coautores.

E alertam para a necessidade de promover estratégias e ofertas voltadas para cada perfil de consumidor. Para o professor George Bedinelli Rossi, especialista em comportamento do consumidor, com estudos sobre o consumo no ambiente virtual, ainda é necessário melhorar as experiências de compra online.

Em entrevista recente à Móbile Lojista, ele reconheceu que, entre as grandes vantagens do meio virtual, está a economia de tempo, que é um apelo para os mais jovens e moradores das grandes cidades, mas que muitas das desistências se devem a ambientes que parecem pouco seguros e pouco convidativos, em especial para usuários que não são os nativos digitais.

Ele citou sites mais lentos, com disposição confusa de informações e produtos,
complicação na escolha e check-out, além de uma entrega demorada como entraves e pontos de atenção para o varejo digital. E usa como exemplo o site do Google, com visual limpo e de utilização lógica, simples e rápida.

(com informações da assessoria de imprensa)
Fonte: E-mobile - www.emobile.com.br
Tags: Varejo digital, Ecommerce, Bcg, The boston consulting group, Internet
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