Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015
Nordeste é promissor para negócios online na área de moda Nordeste é promissor para negócios online na área de moda
Os negócios de venda de moda pela internet, sobretudo por meio de dispositivos móveis, estão atualmente entre os mais indicados pelos especialistas de mercado, sobretudo para os empreendedores do Nordeste. De acordo com pesquisa realizada pelo instituto Ibope Conecta, a pedido do site Mercado Livre, a região tem hoje o maior percentual do país de consumidores de moda via celular: 48%. A média nas outras regiões brasileiras é de apenas 28%.

Na Bahia, 84% dos internautas entrevistados informaram que compram moda pela internet, sendo que 30% destes usam o smartphone. O levantamento ainda sinalizou que 30% dos internautas baianos entrevistados já compraram moda mais de quatro vezes em sites específicos e que o tíquete médio das vendas é de R$ 500 - superior à média brasileira de R$ 300. Foram ouvidas mil pessoas em amostra por todo o país.

"A pesquisa revela o grande potencial do e-commerce para a área de moda no mercado nordestino, e particularmente baiano, o que contribui para a definição de estratégias de venda, sejam via desktops ou mobiles", diz Mauro Lopez, gerente de moda do site Mercado Livre, um dos líderes em e-commerce no Brasil, com aproximadamente 130 milhões de acessos mensais.

Destaque nas vendas

Lopez informou que os itens de moda e acessórios ocupam hoje a sexta colocação entre os produtos mais vendidos no Mercado Livre, perdendo apenas para acessórios de veículos, eletrônicos, itens de casa e decoração, além de equipamentos de informática. "Há dois anos, os calçados e roupas sequer figuravam entre os 20 mais vendidos do nosso site", ressalta.

Nem só as grandes empresas do mercado eletrônico, entretanto, faturam com a venda de moda pela internet. Em Salvador, o filão é explorado até por microempresas, a exemplo da Blueberry, que vende moda praia e serigrafia somente pela internet.

"Começamos expondo os produtos da nossa marca em páginas no Facebook e no Instagram e, agora, já vamos lançar o nosso site, com opção de compra direta", conta o empresário Diego Carvalho. Ele chega a vender 150 camisas da marca por mês no verão, "fora as encomendas de uniformes da serigrafia", ressalta. A empresa garante renda para quatro pessoas.

Oferta de capacitação

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece cursos para capacitar empreendedores que queiram apostar no ramo, bem como empresários de lojas físicas interessados em também ingressar no e-commerce. "Trata-se de uma ferramenta de alto retorno e de custo relativamente baixo, num mercado que só tem a crescer", diz José Nilo Meira, gerente da Unidade de Acesso a Mercado do Sebrae Bahia.

A arquiteta baiana Aline Ventan não dispensa uma compra pela internet. "Antes da alta do dólar, usava até mais, pois comprava em sites de grifes internacionais; depois, pedia para os amigos, em viagem, trazerem as compras já pagas, entregues no hotel".

Dicas para vender moda na internet:

Planejamento - Antes de iniciar o negócio, é preciso se preparar para atender à demanda, evitando falhas na oferta;

Navegabilidade - Investir em plataformas que, além de segurança, ofereçam boa navegabilidade, com diversos filtros que facilitem a pesquisa e a constatação das características dos produtos. “O aspecto sensorial é essencial para o e-commerce de moda”, afirma Mauro Lopez, do Mercado Livre;

Oferta de bom serviço - O consumidor espera qualidade, preço e comodidade;

Evitar atrasos - Fazer entregas antes do prazo divulgado no site ou nas redes sociais é “uma das garantias de sucesso do negócio”, segundo José Nilo Meira, do Sebrae-BA.
Fonte: A Tarde - atarde.uol.com.br
Tags: Nordeste, Negócios online, Moda, Vendas, Internet, Ecommerce, Empreendedorismo
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