Quarta-feira, 02 de Setembro de 2015
Esqueça o e-commerce como você o conheceu Esqueça o e-commerce como você o conheceu
Em meio a amarga e histórica recessão que a economia brasileira atravessa, com previsão de -2,5% no PIB para 2015, o comércio eletrônico no Brasil mostra solidez e capacidade de se manter "a prova de crise", com registros de crescimento e sinais de futuro auspicioso. A junção de empreendedores arrojados e inovações tecnológicas que estimulam compras e ditam tendências ainda está a pleno vapor desta revolução do consumo, demonstrando claramente que o melhor ainda está por vir.

A 32ª edição do relatório Webshoppers, da E-bit/Buscapé, revelou que, mesmo abaixo da expectativa inicial de 20%, o e-commerce no Brasil passa bem longe de retrocessos, com estimativa de crescer 15% em 2015, chegando a R$ 41,2 bilhões no acumulado do ano. Segundo o estudo, o comércio eletrônico faturou R$ 18,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2014.

Um levantamento do Google registrou aumento de 112% na participação dos smartphones no acesso à internet no último ano no Brasil, onde o número desses aparelhos saltou de 10 milhões em 2010 para 93 milhões em 2015. Ou seja, milhões de pessoas com acesso à internet em tempo integral. O faturamento do mercado americano de vendas online movimentou US$ 294 bilhões em 2014, devendo fechar 2015 em US$ 325 bilhões, de acordo com um estudo da Forrester.

Entretanto, o e-commerce como o conhecemos tende a sofrer mudanças. É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital (leia-se: o mesmo consumidor das lojas físicas) está cada vez menos fiel. Para engajar esse público, as lojas virtuais vão precisar acrescentar "relacionamento" aos seus fatores-chave de sucesso.

Uma das consequências da oportunidade que esse novo cenário trará, será o crescimento dos sites de nicho e de ofertas locais, que conseguirão atender com mais precisão e agilidade as necessidades específicas de um consumidor mais conectado, impaciente, multitelas e que vai desistir imediatamente de uma compra ao saber que produto não é sustentável. Um consumidor que desponta para tornar o comércio eletrônico bem diferente do que conhecemos até agora, e com força suficiente para tornar o setor cada vez mais importante na economia do país.

Márcio Pascal é fundador e diretor executivo do site Magote.com.
Fonte: Portal Administradores
Tags: Ecommerce, Economia, Comércio eletrônico, Crise, Empreendedorismo, Inovações tecnológicas, Tendências, Compras, Consumo
São Paulo - A Casas 17/09/2014 - Saiba quem são as 13 redes de moda que mais vendem no Brasil
São Paulo – Nos últi22/07/2014 - 20 franquias que buscam empreendedores no interior de SP
São Paulo - Ter uma 11/05/2015 - 30 opções de franquias para trabalhar de casa
São Paulo – Muitos e04/08/2014 - 20 opções de franquias para abrir em casa
São Paulo - Muitos e06/07/2015 - 20 franquias para quem pode investir até 20 mil reais
Os shoppings da Gran05/12/2014 - SP: Shoppings têm horário especial em dezembro para compras de Natal
Texto da Busca:
Data Inicial:
Data Final:
                   
ecommerce e-commerce indústria natal varejo ipi shoppings vendas são paulo faturamento preços inadimplência consumo franquias supermercados crédito economia comércio veículos comércio eletrônico

Notícias | Artigos | Motivação | Cases | Feiras | Links | Newsletter | Cadastre-se | Calendário do Varejo | Twitter | RSS | Fale Conosco
© 2017 Copyright Varejista.com.br. Todos os direitos reservados. - Site: SGP Infront