Terça-feira, 01 de Setembro de 2015
E-commerce: Facilidade para todos e em qualquer lugar E-commerce: Facilidade para todos e em qualquer lugar
Foi uma evolução geográfica e financeira gigantesca. Do bairro, o pequeno comerciante passou a vender à cidade, ao Estado, ao País, ao mundo inteiro. Melhor: não se limita mais a boletos, transferências bancárias nem maquininhas de cartões. Não se limita, mesmo, à existência do cartão. Com os meios digitais de pagamento, é possível vender para todos em qualquer lugar.

É uma constatação: desde 2013, os meios eletrônicos ultrapassaram o dinheiro vivo nos pagamentos, movimentando cerca de R$ 1,1 trilhão - em cartões de crédito e débito, pré-pagos e via celular. Há menos de dois anos, de um gasto total de R$ 3 trilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 37% das transações foram feitas com meios digitais e 36%, em dinheiro.

Pode parecer pouco este 1%, mas é a tendência do mercado, iniciada em 2004, quando os meios eletrônicos superaram os cheques.

Em 2018, segundo previsões da consultoria em varejo Boanerges & Cia., os meios eletrônicos dominarão 50% dos meios de pagamento das compras realizadas por brasileiros. Em 2023, chegará a 60%. Dinheiro vivo, mesmo, só em 17% das transações. Opções de pagamento eletrônico não faltarão.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) recomenda aos pequenos comerciantes um serviço de soluções de pagamento on-line: basta instalar o sistema e imediatamente o consumidor pode comprar e pagar por transferência bancária ou, principalmente, cartões de crédito ou de débito.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Marcelo Noronha, o setor aproxima-se da posição central como meio de pagamento mais utilizado no consumo. No ano passado, cresceu 14,8%, alcançando R$ 978,8 bilhões em transações. No primeiro trimestre deste ano, movimentou R$ 246,6 bilhões, alta de 10,6% sobre igual período de 2014.

Melhor ainda, existem as carteiras digitais. É o caso do PayPal, conhecido internacionalmente - em cada US$ 6 processados no e-commerce mundial, pelo menos US$ 1 passa pelo PayPal. Em 2014, a companhia processou US$ 228 bilhões; só em dispositivos móveis, US$ 46 bilhões.

O sistema tem uma grande vantagem, segundo Gabriela Szprinc, diretora da área de pequenas e médias empresas do PayPal: junta serviços que teriam de ser comprados separadamente - maquininha, sistema antifraude e processamento de pagamentos.

"E fazemos os pagamentos em 24 horas, o que não é nada comum nesse mercado", diz Gabriela. O normal, os clientes sabem, é D+30.

Os custos para o comerciante são bem acessíveis: até agora, o PayPal cobra de 5,4% a 6,4% mais R$ 0,60 em cada transação. E a partir de 1º de julho, para pequenos comerciantes, reduziu ainda mais a taxa, para 4,99% (mais R$ 0,60).

Melhor que os demais sistemas, o PayPal alcança o mundo inteiro, o que significa que o dono de uma loja virtual pode vender em qualquer lugar do mundo.

"O mercado de pequenos e médios empreendedores é extremamente promissor. Vem crescendo mesmo com a crise", diz Gabriela.

O PayPal estima que o e-commerce deve crescer 20% neste ano. A pesquisa Perfil do E-Commerce no Brasil, encomendada pelo PayPal à BigData Corp., a partir do monitoramento automatizado dos sites brasileiros, revela que o comércio eletrônico brasileiro tem 450 mil e-commerces ativos - e mais de 50 milhões de consumidores, segundo a e-Bit. Não faltarão clientes para o pequeno comerciante.

Luiz Carlos de Assis
Fonte: DCI - Diário Comércio Indústria & Serviços
Tags: Ecommerce, Facilidade, Meios digitais, Pagamento, Meios eletrônicos
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