Quarta-feira, 12 de Agosto de 2015
Cinco fatores da importância do analytics para o varejo físico Cinco fatores da importância do analytics para o varejo físico
São Paulo, agosto de 2015 - Mensurar todas as operações foi, por muito tempo, uma das maiores vantagens do comércio eletrônico em relação ao varejo tradicional. No e-commerce tudo é passível de monitoramento: número de visitantes presentes no portal, a quantidade de pedidos, o abandono de carrinhos e até mesmo o alcance de ações de marketing. Entretanto, o avanço da tecnologia também trouxe inteligência para o varejo tradicional. Agora, varejistas presentes no ambiente off-line conseguem extrair diversas métricas para fazer análises e tomar decisões estratégicas assertivas.

A importância de ter métricas para avaliar os consumidores e elaborar melhores estratégias para aumentar o fluxo, além da taxa de conversão, é fundamental. Marcelo Tavares, CEO da FX Flow Intelligence (http://www.fxdata.com.br), empresa especializada em inteligência para o varejo físico, listou cinco fatores que o uso de métricas no varejo físico pode proporcionar:

Contagem de visitantes – é a primeira etapa para incluir inteligência a operação de uma loja física. Já existem no mercado equipamentos que monitoram com precisão o fluxo de visitantes de uma loja. Atualmente, é imprescindível para qualquer negócio saber quantas pessoas entram no estabelecimento.

Taxa de atratividade – a divisão entre a quantidade de pessoas que realmente entraram no comércio e o número total das que passaram em frente indica a eficiência da vitrine e da fachada do empreendimento. Quanto maior esse índice for, melhor será o desempenho da loja.

Tempo de visitação – depois de atrair os clientes, é preciso retê-lo na loja para aproveitar as promoções. O monitoramento constante mostra a permanência das pessoas na loja. Assim, é possível treinar vendedores para garantir que a visita se transforme em compra efetuada.

Definição de zonas quentes – é possível realizar um mapa de calor do estabelecimento, indicando quais áreas são mais visitadas. Esta informação praticamente redefine o desenho da loja, colocando promoções literalmente no caminho do consumidor.

Taxa de conversão – por fim, o lojista pode combinar o número de visitantes com o total de compras efetuadas para extrair a conversão do comércio e conferir se o número de vendas está semelhante ao índice de clientes que entraram no local.
Fonte: Divulgação
Tags: Analytics, Varejo físico, Operações, Comércio eletrônico, Ecommerce, Métricas
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