Quarta-feira, 10 de Junho de 2015
Confiança do varejo recua e sinaliza 2015 recessivo Confiança do varejo recua e sinaliza 2015 recessivo
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) encerrou maio em queda de 0,2% sobre abril, já já descontados os efeitos sazonais. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), porém, avalia que a confiança do empresariado poderá melhorar no segundo semestre do ano.

O índice de maio mostra, porém, não haver tendência de recuperação na confiança do comércio: “A expectativa é que a segunda metade do ano seja melhor, tanto para o setor, quanto para a economia”, insiste a confederação, ressalvando, porém, que “a eventual recuperação de abril para maio não deverá impedir que o setor registre, em 2015, seu pior desempenho em 12 anos”.

Para a CNC, a retração de maio foi a menor queda mensal do indicador desde setembro do ano passado. A confederação destaca que, pela primeira vez, nesse período, o subíndice sobre as expectativas registrou resultado mensal positivo de 1% em relação ao mês anterior.

“Entretanto, mesmo com a alta de 1% nas expectativa, a avaliação das condições correntes registrou queda de 3,4%, bem como as intenções de investimentos caiu 2,9%.”

Diante desse cenário, a CNC projeta que, pela primeira vez desde 2007, o nível de ocupação no varejo deverá registrar recuar 0,7% em 2015, em relação ao ano passado.

Para o varejo restrito, a expectativa é que, pela primeira vez em 12 anos, o volume de vendas recue 0,4%. Já o varejo ampliado ­ inclui as vendas de veículos e peças, além de materiais de construção - deverá, até o fim do ano, ter o seu pior resultado da série histórica do indicador, iniciada em 2004, fechando em queda de 6%.

A CNC destaca a decepção do comércio com a economia e com os níveis dos estoques, considerado acima do adequado na opinião de 29,1% dos empresários, o patamar crítico mais alto desde o início da divulgação do Índice de Confiança do Empresário do Comércio.

Segundo a CNC, a decepção com o desempenho geral da economia é o item com pior avaliação em todo o Icec, fechando maio em 26,3 pontos. Para 92% dos empresários do setor, as condições econômicas pioraram nos últimos 12 meses.

Para 64,3% dos entrevistados houve “deterioração acentuada” no período. A avaliação das condições atuais do setor - segundo pior item em todo o índice - também acusou forte retração ao fechar maio negativo em 42,7%, em relação a maio de 2014.

Apesar das expectativas de um segundo semestre melhor, tanto para o setor, quanto para a economia, na opinião de 80,9% dos empresários a atividade comercial do país piorou nos últimos 12 meses e para 44% destes a piora “foi acentuada”.
Fonte: Monitor Digital
Tags: Confiança, Varejo, Recuo, Icec, Cnc
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