Terça-feira, 24 de Março de 2015
Não é o momento de ficar reclamando, diz Luiza Trajano "Não é o momento de ficar reclamando", diz Luiza Trajano
Em meio a incertezas sobre o crescimento do setor do varejo em 2015, Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), incentivou empresários do setor a terem otimismo. Em palestra no 3º Fórum Nacional do Varejo, ela afirmou que não se pode dizer que "o consumo acabou", porque ainda há muito mercado para ser explorado.

Ela apresentou dados que mostram que o Brasil precisa de mais 23 milhões de casas para crescer - e que essas residências precisarão de eletrodomésticos. Hoje, segundo a empresária, 46% dos brasileiros não têm computador, 94% não possui tablets e 63% ainda não compraram TVs de plasma. "Muita gente ainda tem que entrar no mercado."

Diante da insatisfação em relação ao governo Dilma Rousseff - que já atinge 62% da população, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta semana -, Luiza se posicionou pessoalmente. "Sou apartidária, não tenho partido, mas tenho um compromisso muito grande com a liderança cidadã", afirmou. "A posição com o Brasil é a mesma." Segundo ela, o país não é dos políticos, mas do povo. "Não podemos deixar o Brasil neste momento."

Questionada sobre sua proximidade com a presidente, Luiza disse que não é "tão próxima assim", gostaria de ser mais, para poder contribuir mais. Para ela, o país tem "um grande problema de comunicação". "É um momento político muito preocupante, não econômico", disse. Ela defendeu uma reforma política que venha da sociedade e o compromisso com o país. "Daqui quatro anos tira quem tiver que tirar. (...) Quem não gostar, vai para Miami."

Em conversa com a imprensa, Luiza afirmou que "não é momento de ficar reclamando". Ela disse que sua postura é que o setor trabalhe junto com o governo, independentemente de qual seja o partido. "Sabemos trabalhar na crise." A empresária reconheceu o trimestre difícil e disse que, neste ano, o desafio é conquistar a confiança do consumidor.

Luiza diz que, hoje, o varejo tem uma força que não costumava ter, porque não era unido. Antes do surgimendo do IDV, essa união parecia impossível - já que as empresas brigavam entre si. Hoje, por outro lado, coletam dados e mandam informações antes do IBGE para os órgãos públicos."O varejo brasileiro é isso. Não ganhamos muito dinheiro, mas podemos mudar tudo muito rápido. (...) Tudo termina no varejo."

Transformação

De acordo com a empresária, o Magazine Luiza está trabalhando para deixar de ser uma empresa tradicional com atuação digital para se tornar em uma digital com pontos físicos. "Os dois mercados vão sobreviver. As pessoas precisam de calor humano." Modernidade, inovação e atendimento serão o diferencial, segundo ela. "Apesar da crise, nós somos guerreiros e não desistimos nunca."
Fonte: Época Negócios
Tags: Magazine luiza, Luiza trajano, Instituto para o desenvolvimento do varejo, Fórum nacional do varejo, Consumo, Varejo
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