O desconforto da zona de conforto O desconforto da zona de conforto
O fazendeiro entrou na loja de produtos agrícolas e percebeu um cachorro uivando e latindo na parte de trás. Ao notar que ninguém esboçava qualquer ação para ajudar o cachorro, perguntou:
– O que está acontecendo com aquele cachorro? Por que ninguém o ajuda?
– Ah, já tentamos ajudar retirando-o de lá, mas ele sempre volta para aquele cantinho, e acaba deitando sobre uma planta que o incomoda – respondeu o dono da loja.
– Bem, e porque ele não sai de cima da planta, ao invés de ficar uivando e latindo? – perguntou o fazendeiro.

E o dono da loja respondeu:
– Porque ele gasta menos energia uivando e latindo do que para sair do lugar onde está.

Resultados diferentes só acontecem com ações diferentes, contudo ações diferentes, principalmente as que trazem transformação e evolução, exigem esforço, dedicação e disciplina e, por isso, muitos preferem viver o desconforto da zona de conforto.

Existe uma sutil, porém grande diferença entre “desejar” e “querer”. Os que apenas desejam, em geral, permanecem na Zona de Conforto observando, desconfortáveis, aqueles que realmente querem e agem para conquistar seus sonhos.

Alguns, por exemplo, desejam falar outro idioma fluentemente, mas não querem pagar o preço para realizar seu sonho, porque isso requer esforço, dedicação e disciplina. Preferem assistir novela ou navegar na internet sem qualquer objetivo, porque isso requer muito menos energia, e assim levam a vida observando as oportunidades passarem bem à sua frente, restando-lhes apenas lamentações e queixas por não haver saído do lugar.

Isso acontece com muitas pessoas, e em muitas áreas da vida. Pessoas que desejam ampliar seu conhecimento, mas não querem ler um livro sequer por ano. Desejam mais intimidade com Deus, mas não querem dedicar parte do seu tempo para relacionar-se com Ele, e O buscam apenas quando têm problemas. 

Desejam melhorar seu casamento, mas não querem abrir mão de suas posições. Desejam que seus liderados se desenvolvam, mas não querem dar feedbacks assertivos, nem dedicar tempo para treiná-los, desafiá-los e delegar atividades. Desejam melhorar o relacionamento com a equipe, mas não querem estar próximos das pessoas. Desejam que seus filhos sejam homens e mulheres se sucesso, mas não querem dedicar tempo para conversar com eles, ouvi-los e educá-los, deixando essa responsabilidade para as escolas e para a TV. 

Desejam mais saúde, mas não querem comer alimentos saudáveis nem fazer exercícios físicos. Desejam, mas não querem.

Se você pudesse projetar sua vida em uma tela de cinema, ao assistir o filme, conseguiria perceber que suas ações estão alinhadas com aquilo que deseja conquistar? Lembre-se, são as nossas ações e atitudes que dirão, mais do que qualquer palavra, o que realmente queremos, porque um desejo sem ação não passa de uma miragem, enquanto um desejo com ação pode mudar a sua vida, a dos que estão ao seu redor, e também o mundo.

Marco Fabossi é Sócio-Diretor da Crescimentum.

Fonte: 
http://www.blogdofabossi.com.br/2013/06/o-desconforto-da-zona-de-conforto-motivacao/
Tags: Zona de conforto, Atitude, Ação
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