Que seja eterno enquanto dure Que seja eterno enquanto dure
Por Luiz Mauricio Janela

“Aceito!” Lá se vai o tempo em que esta afirmação selava o início de 99,99% das relações conjugais. Diante do padre e dos amigos, o casal jurava fidelidade até que a morte os separasse. Por que não eram 100%? Diversos motivos podem ser relacionados, mas com certeza algumas pessoas achavam errado não poder mudar de parceiro caso não estivessem satisfeitos.

E parece que estas é que estavam certas. Os tempos mudaram, muita água passou por baixo da ponte e se multiplicam pesquisas afirmando que cada vez menos gente se casa nos moldes anteriormente definidos como padrão. Além disso, outras pesquisas apresentam o aumento do número de divorciados. Por que será? Não é novidade para ninguém que as pessoas – que inclusive são consumidoras – estão cada vez mais criteriosas nas suas escolhas, e, quando algo não agrada, troca-se.

Vamos agora para o incrível mundo dos negócios. Proliferam programas de marketing tendo como objetivo a fidelização do consumidor. Será isso possível?

Várias empresas acreditam que para fidelizar o consumidor basta lançar um programa de acúmulo de pontos; inúmeras simplesmente acham que não há como fidelizar o consumidor se não for com preço baixo; e outras, ainda, nada fazem. Contudo, felizmente há empresas que possuem uma visão mais ampla e sabem que, tal como em uma relação marido e mulher, sempre haverá problemas a serem enfrentados e que ações devem ser tomadas, tais como:

– resolver os problemas rapidamente, não enrolando a guerra e afastando o que não está agradando. O produto não agradou? Troque o produto, e não o cliente;

– demonstrar sinceramente que se quer manter a relação, pensando a médio e longo prazos, e não que se está querendo um relacionamento a curto prazo;

– antecipar-se às necessidades, sempre observando as tendências e o que pode ser feito para facilitar a vida do consumidor. Estão sendo disponibilizados novos produtos? Há demora no atendimento?

– adotar sempre a postura de ser uma solução para o cliente, ou seja, dotar o negócio de produtos e serviços que sejam convenientes aos olhos do consumidor.

Ações como estas certamente fortalecerão uma imagem positiva e que o consumidor terá guardada na mente. Com isso, a chance de manter a fidelidade da relação será maior. Acabou?

Claro que não! O processo é contínuo e deve estar em constante renovação, ou, como diria a minha esposa, é preciso estar sempre colocando uma pitada de pimenta na relação, afinal o processo de conquista nunca acaba, não é assim que sonham os apaixonados?

Lembre-se sempre: o tempo de “até que a morte os separe” talvez ainda exista para os casamentos, mas, no mundo dos negócios, o consumidor que não está sendo satisfeito troca de fornecedor e inicia uma nova relação.

E que ela seja eterna enquanto dure.

Luiz Mauricio Janela
Administrador com MBA executivo e MBA em marketing
E-mail: luiz_janela@hotmail.com
Tags: Marketing, Varejo, Varejista
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