• Setembro de 2017
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Após polêmica, loja de Luciano Huck se pronuncia sobre camiseta infantil

Após polêmica gerada pela venda da camiseta infantil com a frase “Vem ni mim que eu tô facim”, a loja de Luciano Huck publicou em seu site oficial e nas redes sociais pedido de desculpas ao público. As críticas à peça surgiram quando interrnautas descobriram a roupa na sessão infantil do site Use Huck.

Lançada na época do carnaval, a peça de vestuário infantil era descrita como "a cara do carnaval! Uma camiseta divertida". O produto e a marca de Luciano Huck passaram a serem criticados pelo conteúdo e acusados de fazer apologia à pedofilia e ao estupro.

O comunicado oficial emitido pela marca informa que “não houve qualquer intenção maldosa” e nem de ofensa. É informado que no e-commerce é comum que as artes das estampas sejam aplicadas posteriormente sobre fotos dos modelos com camiseta branca.

Confira a íntegra do pronunciamento

“Pessoal, pedimos profundas desculpas sobre a camiseta Vem Ni Mim Que Tô Facim, e sentimos muito por todos que foram ofendidos pela imagem. Este comunicado não tem o objetivo de justificar o injustificável; mas apenas de explicar o motivo do erro, para que fique claro que não houve qualquer intenção maldosa. Não nos eximimos do erro, nem de qualquer responsabilidade, mas é importante esclarecer que não houve a intenção de ofensa. É comum em e-commerce que as artes das estampas sejam aplicadas posteriormente sobre fotos dos modelos com camiseta branca, conforme o exemplo abaixo. Por erro nosso, todas as artes de Carnaval (inclusive e infelizmente, esta arte) foram aplicadas sobre a coleção infantil e disponibilizadas no site sem a devida revisão. Assim que percebemos esse lamentável erro, imediatamente retiramos a imagem do ar e decidimos escrever essa carta para explicar tecnicamente o problema conjuntamente com um pedido de desculpa pela falta de bom-senso e pelo descuido. Obviamente, não fosse o erro, nem a USEHUCK, nem qualquer outra marca, teria a intenção de usar uma imagem como essa para vender camisetas ou para qualquer outro fim.”

Fonte: Comunique-se